Uma pequena chama azul em uma estrela...
No distante brilho de um de olhar lembro da maneira como me abraçava,lembro da maneira que fui ao querer dar o mundo a quem não poderia ter recebido as mais belas rosas da inocência selvagem,cuidando de um som
que vem das estrelas na janela do meu quarto junto a uma brisa quente de um vento no final de uma tarde.Lembro do passado na qual passei e o futuro a qual vou lembrar,ao meu redor um céu laranjado com tons rosa e ao negro vi uma esperança em procurar um novo caminho ao distante seguir,naquela pedra me machuquei meu corpo procurando escavações de um mundo que não existia.mundo enterrado,um mundo preso a meios materiais e infernais que criam uma realidade feliz algo que jamais vai ser real ao conhecimento da imaginação.
Um som que incomodava minha mente com os berros impossíveis de grilos perdidos em uma floresta negra aonde pequenas criaturas vivem em uma harmonia mortal ao longo de um rio claro aonde se enxergava raias ao longo de um eterno caminho criando uma ilusão de um paraíso paradoxo quase perfeito, um peixe pulando e seu barulho intercalando ao barulho de grilos gritando em uma noite escura aonde apenas pessoas dormem a fragrância de um vento sossegado ,de um vento que traz imagens do futuro,para sempre e eternamente criando satisfações,procurando um retrato de quem jamais vou conseguir achar.
Deitado em folhas criando a ilusão da janela do meu quarto o numero na qual não existia uma quantidade perfeita de numerações e qualificações que existiam em um fogo azul pequenas estralas jogavam em direção aos pecadores de um mundo de pecados.



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